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sexta-feira, 26 de agosto de 2005

As aventuras de Sharkboy e Lavagirl em 3-D

O diretor Robert Rodriguez resolveu entrar pro mundo dos filmes infantis com o filme Pequenos Espiões. O filme fez sucesso e ele continuou com a saga fazendo mais dois filmes, virando uma trilogia. Agora os atores mirins não estão mais tão pequenos. Então era hora de se criar uma nova história.

O roteiro de “As aventuras de Sharkboy e Lavagirl em 3-D” foi baseada nas histórias criadas pelo filho de Robert chamado Racer Max Rodriguez. Inclusive o nome do personagem principal da história é Max em homenagem a ele.

E seguindo o mesmo estilo do último Pequenos Espiões, esse filme também é em 3D. Esse recurso costuma a agradar bastante as crianças (e também alguns “adultos” como eu). Alias, esse é o grande trunfo do filme.

Quem se importa se o filme é bom ou ruim, o importante é ser em 3D. Inclusive, filmes em 3D batem muita onda! Eu mesmo saí do cinema meio tonto, com dor de cabeça e um pouco de náusea. Achei até que ia ter dificuldades pra voltar dirigindo pra casa. Mas tirando os exageros, a experiência é bem interessante. Tanto que foi o maior motivo pelo qual resolvi encarar o filme, ainda mais depois de ter visto “Pequenos Espiões 3D”.

A trama conta a história da Max, um garoto que passa por problemas em casa e na escola. É perseguido por seus colegas e praticamente não tem amigos. Seu refúgio é o mundo dos sonhos, que ele anota em um diário. Eis que surgem Sharkboy e Lavagirl, personagens criados por ele, pedindo ajuda para salvar o planeta Baba.

A história é meio bobinha, cheia de clichês e voltada mesmo para o público infantil. No final das contas o que todos querem mesmo é aventura, diversão e tudo isso em 3D. Quem se importa com o resto?
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