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sexta-feira, 30 de novembro de 2007

Estréias 30/11

Lembram dos filmes da semana passada? Nem mesmo o de Brad Pitt vai dar as caras por aqui e todos continuam sem data de estréia prevista. Essa sexta pelo menos mais dois filmes "grandes" estreiam lá no Brasil e não tem data de estréia por aqui: o documentário ecológico "A última hora" produzido e narrado pelo ator Leonardo DiCaprio; e mais um filme sobre a "guerra contra o terror", o drama "No vale das sombras", novo trabalho de Paul Haggis.

Por aqui ficamos com pelo menos a estréia nacional de verdade de “A lenda de Beowulf”, novo filme de Robert Zemeckis que usa tecnologia similar a “Expresso Polar” em que captura os movimentos dos atores reais e transforma em personagens animados. Já que não temos Pitt, ficamos então com Angelina Jolie.

quinta-feira, 29 de novembro de 2007

Fim da turnê 2007 do Smashing Pumpkins

2007 foi o ano de volta do Smashing Pumpkins aos palcos e também lançamento de um novo cd, coisa que eles não faziam desde o final da banda em 2000. O primeiro show foi no mês de Maio em Paris e foi até citado aqui no blog. Depois passaram por outros lugares da Europa e continuaram a turnê nos Estados Unidos até o último show no dia 18 de Novembro em Dallas, Texas. Rolou alguns boatos sobre uma suposta vinda da banda a América latina ainda no final do ano, mas não se concretizou. E já foi anunciado novas datas para 2008 do final de Janeiro ao início de Março, novamente na Europa. Enquanto isso o resto do mundo aguarda *. Quem sabe algum dia eles não tocam novamente lá no Brasil. O jeito é esperar.

* Mais datas foram confirmadas da turnê, dessa vez na Austrália no final de Março. Fonte: http://www.smashingpumpkins.com

terça-feira, 27 de novembro de 2007

1408

Título Original: 1408 (2007)
Com: John Cusack, Samuel L. Jackson, Mary McCormack e Tony Shalhoub
Direção: Mikael Håfström
Roteiro: Matt Greenberg, Scott Alexander e Larry Karaszewski (baseado em história de Stephen King)
Duração: 104 minutos


Filmes baseados em livros ou contos de Stephen King nem sempre são um bom sinal, principalmente se é de terror. Felizmente em “1408” o resultado tem boa qualidade. Aqui o terror é feito de maneira psicológica, deixando de lado o lado mais “sangrento” do gênero.

O protagonista da história é Mike Enslin (John Cusack), um escritor de livros sobre lugares mal-assombrados. Ele recebe uma carta sobre o quarto 1404 de um hotel em Nova York e resolve ir encará-lo. Lá o gerente, vivido por Samuel L. Jackson, avisa sobre os perigos do local e das mortes que já aconteceram lá. Mesmo assim Mike resolve seguir em frente.

Dentro do 1408 Mike irá enfrentar todos os seus medos e encarar todos os seus problemas do seu passado e também dos fatos ocorridos no quarto. O conflito psicológico do personagem irá atormentá-lo, num jogo para saber o quanto daquilo é real ou apenas loucura de sua cabeça.

Num show de interpretação de John Cusack, que está a maior parte do tempo sozinho na tela, o filme se desenvolve em cima desse conflito e aos poucos vamos descobrindo mais sobre sua vida. Os efeitos especiais bem feitos contribuem para transformar o quarto num lugar realmente assustador, pelo menos para o personagem.

O resultado é um bom filme de terror, mais voltado para o lado psicológico, que com uma boa atuação e uma história legal consegue garantir um bom resultado, sem tentar se aprofundar muito ou dar explicações “realistas” para o ocorrido e sem ofender a inteligência de ninguém. Afinal de contas não passa de um simples conto de terror de Stephen King e nada mais do que isso.

domingo, 25 de novembro de 2007

Antes Só do que Mal Casado

Título Original: The Heartbreak Kid (2007)
Com: Ben Stiller, Malin Akerman, Michelle Monaghan, Jerry Stiller, Carlos Mencia e Rob Corddry
Direção: Bobby Farrelly e Peter Farrelly
Roteiro: Kevin Barnett, Leslie Dixon, Scot Armstrong, Bobby Farrelly e Peter Farrelly
Duração: 120 minutos


Depois de alguns filmes mais comportados como “Amor em Jogo” e “Ligado em Você”, os irmãos Farrelly voltam ao seu humor politicamente incorreto característico de filmes como “Quem vai ficar com Mary?” em seu mais novo filme chamado “Antes só do que mal casado”. Dessa vez o tema principal da história é o casamento.

O filme é um remake de um filme de 1972 e mostra a história de Eddie Cantrow (Ben Stiller), um sujeito que já está na casa dos quarenta anos e que ainda não conseguiu arrumar uma esposa. Depois de sofrer muita pressão de seu pai e de um amigo em relação a isso, ele acaba conhecendo Lila (Malin Akerman) e após seis semanas de namoro eles acabam se casando. Mas somente na lua de mel que ele vai conhecer quem sua esposa realmente é e acaba descobrindo que ela não é o que ele esperava. Ele acaba conhecendo Miranda (Michelle Monaghan) durante a lua de mel e acaba se interessando por ela. Então pronto, a confusão está formada e Eddie vai passar por muitos problemas para conseguir resolver essa situação.

Stiller volta a trabalhar com os Farrelly após dez anos de ‘Mary’ e mostra que ainda é capaz de provocar boas risadas. O teor das piadas está mais ácido do que nunca, tanto que a censura do filme é dezesseis anos. As moças do filme também estão muito bem, principalmente a Malin no papel de Lila.

Sem dúvidas o principal público do filme é o masculino, que tem mais medo e receio com o casamento. Tanto que algumas piadas com certeza irão fazer bem mais efeito neles do que nas mulheres.

Um dos problemas do filme é ser um pouco longo, mas talvez isso se justifique com seu final “surpreendente”. A coisa vai se arrastando para um clima parecendo que vai acabar, mas acaba tendo mais coisa. Não chega a comprometer o resultado final.

Esse pode não ser o melhor filme dos irmãos Farrelly, mas com certeza mostra mais uma vez o talento deles para a comédia. Quem curte seus filmes pode ir assistir que com certeza irá se divertir e dar boas risadas.

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

Estréias 23/11

Se duas semanas atrás eu estava dando destaques as estréias aqui em Salvador, dessa vez a hora é de reclamar. Pelo menos quatro filmes importantes irão estrear lá no Brasil e três deles não têm nem previsão de estréia por aqui.

O Assassinato de Jesse James pelo covarde Robert Ford (The Assassination of Jesse James by the Coward Robert Ford)

Estrelado por um tal de Brad Pitt, conta a história de Jesse James, o mais notório fora-da-lei da América e Robert Ford, que entra para o bando do Jesse, mas planeja matá-lo. Parece ser uma espécie de faroeste dramático. Esse supostamente chega por aqui na próxima semana, dia 30/11.

O Reino (The Kingdom)

Mais um filme sobre a “guerra contra o terror”, só que dessa vez com mais “ação”. Estrelado por um tal de Jamie Foxx que ganhou um tal de Oscar de melhor ator um dia desses. E ainda conta com os “desconhecidos” Chris Cooper e Jennifer Garner. Sem previsão de estréia.

Viajem a Darjeeling (The Darjeeling Limited)

Novo filme do diretor Wes Anderson conta a história de três irmãos americanos que resolvem fazer uma viagem pela Índia em busca da mãe e também de estreitar os laços familiares. Estrelado pelos também “desconhecidos” Owen Wilson, Adrien Brody, Jason Schwartzman. Sem previsão de estréia.

Angel-A (Angel-A)

Novo filme do diretor francês Luc Besson, que ultimamente tem mais produzido filmes do que dirigido. Desde que se mudou para os Estados Unidos ele não fez nada de que preste, mas mesmo assim esse pode ser algo interessante já que foi feito na França. Conta a história de uma bela mulher que ajuda um malandro a mudar de vida. Sem previsão de estréia.

Acho que eu nunca tinha visto isso antes. Filmes desse nível e nenhum deles estrear por aqui. Realmente, eu não me canso de me surpreender com essas coisas. O jeito é esperar pra ver se pelo menos algum dia eles passam por aqui. Não vai adiantar ter promoção nos cinemas se não vai ter filmes novos pra ver.

Enquanto isso, por aqui vai ter as estréias atrasadas de: “O Passado”, filme de Hector Babenco estrelado por Gael Garcia Bernal; de “O grande chefe”, comédia dirigida por Lars von Trier e “Noel – O Poeta da Vila”, filme que conta a história do sambista Noel Rosa.

Concorrência de promoção entre os cinemas

Depois da inauguração do Cinemark aqui em Salvador finalmente estamos vendo uma verdadeira concorrência entre as redes de cinema da cidade.

Primeiro foi o UCI que resolveu agir e criou a promoção com cupons de desconto. Ao comprar um ingresso você ganhava um cupom que dava desconto de 50% no próximo ingresso em até 10 dias, não podendo ser usado no mesmo dia. E isso também é válido para meia-entrada, isto é, ao apresentar o cupom outro dia você pagava metade da metade do ingresso. Para completar, mesmo comprando ingresso usando o cupom outro cupom era entregue. Sucesso! Fora isso o cinema do Aeroclube está em promoção já que o local está em reforma.

Na semana de 26 a 29 de Novembro o Cinemark irá comemorar 200 milhões de espectadores com promoção no valor dos ingressos. Nesse período os ingressos custarão R$ 6,00 inteira e R$ 3,00 meia. Válido em toda a rede de cinemas, em qualquer horário e para qualquer filme.

O UCI então não deixou barato e resolveu fazer uma promoção no mesmo período, só que dessa vez com ingressos a R$ 5,00 inteira e R$ 2,50 meia.

É correr para aproveitar e esperar que essas promoções continuem a acontecer. Os consumidores de cinema agradecem.

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

Leões e Cordeiros

Título Original: Lions for Lambs (2007)
Com: Robert Redford, Meryl Streep, Tom Cruise, Michael Pena, Derek Luke, Andrew Garfield e Peter Berg
Direção: Robert Redford
Roteiro: Matthew Michael Carnahan
Duração: 90 minutos


Lá nos EUA existe uma série de livro “for dummies” (para burros ou idiotas), algo como um livro sobre um determinado tema com uma abordagem mais simples para que qualquer um possa entender. É mais ou menos usando essa lógica que o filme “Leões e Cordeiros” critica a situação atual de lá em relação a “guerra contra o terror”.

Eu li muitas críticas falando que o problema do filme era ter muita conversa e não ter muita narrativa, algo que não combina muito com o cinema. O roteiro escrito por Matthew Michael Carnahan, que também escreveu um filme de tema parecido chamado “O Reino” que estréia nesta sexta dia 23/11, talvez funcionasse melhor numa peça de teatro, mas mesmo assim sofreria com o mesmo problema de falta de conteúdo.

Como eu já tinha falado antes aqui no blog, o elenco formado por Robert Redford, Meryl Streep e Tom Cruise era razão suficiente para conferir o filme. Realmente eles estão bem com boas atuações, mas isso não é suficiente para salvar o filme do fracasso.

A história é dividida em três tramas paralelas, mas de alguma forma conectadas. Cruise é um senador ambicioso com um plano para acabar com a guerra e resolve contar em primeira mão para uma repórter veterana vivida por Streep. Enquanto isso a tal ação militar está acontecendo. E temos também um professor vivido por Redford que tenta convencer um aluno a fazer algo pelo país.

A intenção do diretor Robert Redford pode até ter sido das melhores, em tentar de alguma maneira chamar a atenção sobre a situação. Mesmo com apenas 90 minutos o filme parece que não termina nunca e no final fica aquela sensação que ele tentou, mas não te disse nada.

domingo, 18 de novembro de 2007

Rock Band


Depois de falar do Guitar Hero, é hora agora de falar de um novo jogo que vem para incrementar ainda mais a arte de “tocar músicas no videogame”. Vai ser lançado agora em Novembro o jogo “Rock Band”.

Se no guitar hero era possível tocar guitarra e baixo, agora além deles vai ser possível também tocar bateria e cantar. O kit do jogo vem com uma guitarra, um microfone e uma bateria para jogar.

Agora vai ser possível montar uma banda de rock no videogame. E ainda é possível jogar online, isto é, eu posso estar em casa com minha guitarra e você na sua tocando bateria. Pense numa revolução!

Ainda é cedo para falar mais sobre esse jogo, aguardem mais notícia sobre ele em breve. Deixa eu jogar primeiro. Isso ainda vai demorar um pouco pois a versão para Playstation 2 só vai ser lançada no dia 18 de dezembro. A não ser que nesse tempo algum conhecido compre a versão para outro videogame.

sábado, 17 de novembro de 2007

O Magnata

Título Original: O Magnata (2007)
Com: Paulo Vilhena, Maria Luísa Mendonça, Rosanne Mulholland, Priscila Sol, Chico Diaz, Marcelo Nova, Chorão, Marcos Mion, Chivitz, Tiririca, João Gordo, Bob Burnquist e Sandro Dias
Direção: Johnny Araújo
Roteiro: Chorão, Bráulio Mantovani e Messina Neto
Duração: 97 minutos


Escrito por Chorão, vocalista do Charlie Brow Jr., o filme “O Magnata” é uma espécie de filme da Xuxa voltado para o público adolescente que curte rock e andar de skate. Essa é a melhor definição para descrevê-lo.

Falando assim já se pode esperar um filme bem ruim, mas até que ele consegue surpreender em ser até razoável, pelo menos para o que ele se propõe. O seu grande defeito mesmo é a história criada por Chorão, que nem mesmo o roteirista Bráuli Mantovani (“Cidade de Deus” e “Tropa de Elite”) junto com Messina Neto conseguiu salvar.

Apesar disso o elenco até “surpreende”. Paulo Vilhena no papel principal do Magnata está muito bem, destaque também para a estreante Rosanne Mulholland e para Maria Luísa Mendonça e Chico Diaz.

As participações especiais são alguns dos pontos altos do filme, destaque para Tiririca vivendo Elvis Brown, dono de uma boate. Temos também Marcelo Nova, João Gordo e algumas presenças bem desnecessárias, como a de Chorão vivendo ele mesmo. Claro que ele não ia ser besta de deixar de se incluir no filme, além de uma performance ao vivo da sua banda.

O diretor Johnny Araújo também faz sua estréia no cinema depois de ter feito muitos videoclipes, inclusive do Charlie Brow Jr., consegue retratar bem o mundo dos personagens com uma boa fotografia e ambientação sonora. Mas imagem não é tudo e na hora de contar uma boa história a coisa não anda bem.

O Magnata é um rapaz rico que perdeu o pai cedo, foi criado por uma mãe problemática e acabou virando um “rebelde”. Cantor de uma banda de rock ele vive de curtir a vida, fazendo “bobagens” sem pensar nas conseqüências. Ele e um amigo resolvem roubar uma Ferrari, mas o amigo acaba sendo preso. Ele acaba sendo chantageado para dar dinheiro para tirar o cara da cadeia, e é aí que as coisas começam a dar errado em sua vida.

Aí é que começa também o problema do filme, desenvolver seus personagens, principalmente o drama vivido pelo Magnata. A coisa é feita de maneira tosca e superficial. Mas o que vocês esperavam de algo escrito por Chorão né?

sexta-feira, 16 de novembro de 2007

Mandando Bala

Título Original: Shoot´Em Up (2007)
Com: Clive Owen, Monica Bellucci, Paul Giamatti, Greg Bryk, Stephen McHattie, Ramona Pringle e Jane McLean
Direção e Roteiro: Michael Davis
Duração: 90 minutos


O título “Mandando Bala” já diz bastante do que se trata o filme: muita ação e tiro para todo lado. Junte isso a um bom elenco encabeçado por Clive Owen, Monica Bellucci e Paul Giamatti e pronto, a diversão com boa qualidade está garantida.

A história é meio absurda e começa quando o misterioso Smith (Owen) vê uma mulher grávida sendo perseguida por um assassino e resolve ajudar. Acaba se metendo no meio do caminho de Hertz (Giamatti), o bandido da trama, que está atrás da mulher. Smith acaba ajudando a mulher a dar a luz e acaba ficando com a responsabilidade de cuidar da criança. Para isso ele convoca uma prostituta chamada Donna Quintano (Bellucci). Está armada a confusão! A coisa acaba se desenvolvendo aos poucos e a trama vai sendo revelada.

O grande atrativo é claro, são as cenas de ação. Elas são sensacionais! Tudo muito bem realizado para parecerem “reais”, por mais inverossímeis que pareçam. Isto é, pode esperar muita mentira, mas tudo bem feito. Claro que o lado cômico com bastante humor-negro e o bom elenco também garantem a qualidade do filme.

O personagem Smith é muito legal. Com um jeitão mal humorado e “fodão”, ele tem um comportamento bastante peculiar e muitas falas geniais. Por exemplo, ele está o tempo todo comendo cenoura, numa referência ao bom e velho Pernalonga, com direito até a um “what´s up, doc?” (conhecido por aqui como “o que é que há, velhinho?”).

O diretor Michael Davis (“100 garotas”) não é novo em Hollywwod, mas esse é seu primeiro trabalho a chamar mais a atenção, tanto da crítica quanto do público. Esse filme mostra muito influência de filmes de gângster, assassinos profissionais e também dos quadrinhos.

Muita ação, tiros, trilha sonora com muito rock´n roll, bom elenco, elementos que garantem um resultado bem bacana e divertido. Para quem curte o que foi citado, pode ir conferir que vai sair satisfeito com o que vai ver.

quinta-feira, 15 de novembro de 2007

Smashing Pumpkins no MSN in concert

Hoje a partir das 20:00 (horário de Brasília) o site MSN in Concert irá exibir um show do Smashing Pumpkins realizado no dia 21 de Outubro de 2007 no Tower Theatre na cidade da Filadélfia nos Estados Unidados.

A transmissão não é ao vivo, mas vale a pena conferir. A qualidade da transmissão é até razoável e depois a apresentação fica salva nos arquivos de show do site. Tem até algumas coisas interessantes como The Bravery, Velvet Revolver e Chris Cornell. Vale a pena conferir.

Confiram no link:
http://msninconcert.msn.com/music/SmashingPumpkins/pt-br/artist.aspx

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

Guitar Hero 3: Legends of Rock

Não cheguei a comentar aqui no blog, mas no ano passado eu comprei um Playstation 2 e voltei a ter um videogame em casa. Tudo bem, não tenho muito tempo para jogar, mas sempre que sobra um tempinho eu dou uma jogadinha.

Um dos jogos que eu tenho mais jogado é a série Guitar Hero, que chega agora com “Guitar Hero 3: Legends of Rock”. Para completar eu ainda comprei a guitarra do jogo, então a coisa melhorou ainda mais.

O jogo consiste em basicamente você tocar as músicas, acompanhando as “notas” que aparecem na tela. São cinco linhas, cada uma correspondente a um botão da guitarra. Lembram daquele jogo de ir pisando em um determinado quadrado enquanto dança e os lugares para pisar vão aparecendo na tela? O Guitar Hero é mais ou menos isso, só que agora você “toca” as músicas.

Pense no verdadeiro jogo do guitarrista frustrado! Eu que sempre quis tocar guitarra, mas nunca tive tempo, paciência e provavelmente jeito para a coisa, agora finalmente posso tocar grandes clássicos do rock.

Para completar esse novo guitar hero ainda tem uma música da minha banda favorita: “Cherub Rock” do Smashing Pumpkins. Sucesso total! Mas o repertório de músicas conta com bandas dos mais diversos estilos de rock, como por exemplo Metallica, Weezer, Queens of the Stone Age, Aerosmith, Red Hot Chili Peppers, Muse, Iron Maiden e muitas outras.

É possível jogar em diversos modos: um contra o outro, tocar junto, seguir carreira, batalha, entre outros. Em alguns modos ao se tocar duas pessoas é possível uma tocar guitarra e outra baixo.

O jogo é um verdadeiro fenômeno. Vai ter até um episódio de South Park essa semana com o jogo como tema (*). Quem já jogou sabe o vício que é.

Mais informações sobre o jogo no link:
http://en.wikipedia.org/wiki/Guitar_hero_3

* Como foi bem observado por Boris, esse episódio já exibido na semana passada. Inclusive eu já assisti e é bem legal. O problema foi que quando eu escrevi esse post o episódio ainda ia ser exibido.

domingo, 11 de novembro de 2007

Planeta Terror no cinema

Esse fim de semana fui conferir "Planeta Terror" nos cinemas. Vale muito a pena. No cinema é possível sentir melhor os "defeitos" propositais do filme para torná-lo estilo grindhouse.

O Grindhouse foi dividido literalmente mesmo e os filmes exibidos separados sem cenas a mais. Em 'Planeta' o trailer de "Machete" passa no início, agora não sei se em "À Prova de Morte" vão passar os outros trailers. Eu acho que não. E também não sei dizer como vai ser o esquema em dvd, já que os filmes vão ser lançados separados.

Agora sem dúvidas perde uma parte da graça em ver os filmes separados, já que idéia de simular uma sessão dupla vai por água a baixo. Mas em compensação fica um pouco menos cansativo.

Detalhe foi que a sessão que eu assisti no Aeroclube não exibiu o trailer de "Machete". Depois da sessão eu e meus amigos fomos falar com o gerente, que entrou em contato com a sala de projeção e descobriu que o cara da projeção simplesmente tinha esquecido de colocar o trailer. Então prestem atenção quando forem ver no cinema, se não passar o "Machete" reclamem com o gerente.

Tinha até um aviso na bilheteria sobre o filme, avisando que tinha um trailer fictício no início e que os "defeitos" do filme eram propositais. Sensacional!

sábado, 10 de novembro de 2007

Jogos Mortais 4

Título Original: Saw 4 (2007)
Com: Tobin Bell, Costas Mandylor, Scott Patterson, Betsy Russell, Lyriq Bent e Athena Karkanis Direção: Darren Lynn Bousman
Roteiro: Patrick Melton e Marcus Dunstan
Duração: 104 minutos


Apesar de ter dito que tinha cansado da série, acabei indo assistir “Jogos Mortais 4”. A coisa virou praticamente uma série mesmo, algo como filmes da Xuxa e dos Trapalhões, todo ano tem um. E a época escolhida para estrear é próximo ao Dia da Bruxas, bem adequado inclusive. Orçamento “barato” e lucro garantido, pelo jeito a coisa vai continuar se repetindo por um bom tempo.

Esse quarto filme tenta de certa forma re-começar a série e até que não é muito ruim, é razoavelmente melhor que o terceiro. Mas infelizmente ele sofre de um grave problema, a terceira parte. A coisa foi tão ruim que acaba refletindo nessa continuação.

O número de bonecos, detalhes e idas e vindas chegou num nível tão grande que deveria ter um resumo antes de começar o filme para você não se perder no meio de tanta coisa. Fica até complicado entender tudo no final, ainda mais com a boa e velha pegadinha que sempre rola em cada filme.

Na questão dos jogos, a coisa já perdeu totalmente a graça. Não tem mais o que inventar, inovar ou chocar. O lado “perturbador” acabou perdendo o impacto.

O grande diferencial dessa quarta parte em relação anterior é o seu desfecho. Pelo menos dessa vez não estragaram mais nada dos outros filmes, não saí com raiva do filme e até deu uma vontade de ver o próximo capítulo. Agora sem dúvidas eles têm bastante material para continuações. É só esperar que ano que vem tem mais com certeza. Assim como novo filme da Xuxa, do Didi, especial Roberto Carlos e coisas do tipo.

Ah sim, faltou falar da história né? Melhor nem tentar explicar nada para não confundir ou estragar alguma coisa.

quinta-feira, 8 de novembro de 2007

Estréias da semana - 09/11

Acho que esse ano vai ser a primeira vez em que irei comentar sobre filmes que irão estrear no fim de semana. Isso porque tem pelo menos quatro filmes que irão entrar em cartaz que eu tenho interesse em ver. Isso é um fato raro de acontecer. E todos vão realmente estrear aqui em Salvador, confirmado já! Então vamos aos destaques:

Planeta Terror (Planet Terror)

Estava previsto para o dia 2, mas finalmente chega aos cinemas agora na sexta dia 9. “Planeta Terror” é a primeira parte de Grindhouse, que vocês com certeza já sabem da história. Estréia imperdível, corram para o cinema para conferir!

Mandando Bala (Shoot´em up)

Estrelado por Clive Owen, Paul Giamati e Monica Bellucci esse filme tem cara de ser bem divertido. Filme de aventura cheio de tiros, mentiras e muita ação. Owen vive um misterioso homem que resolve ajudar uma mulher (Bellucci) que dá a luz à uma bebê que está na mira do matador vivido por Giamati. Vale a pena arriscar.

Antes só do que mal casado (The Heartbreak Kid)

Estrelado por Ben Stiller e dirigido pelos irmãos Farrelly. Só esses nomes já são bons motivos para conferir essa comédia. Stiller vive um homem que acredita ter encontrado a garota certa, não perde tempo e trata de casar com ela. Depois acaba acreditando que ela não era bem o que ele esperava durante a lua de mel, onde ele acaba conhecendo e se apaixonando por outra mulher.

Leões e Cordeiros (Lions for Lambs)

Estrelado e dirigido por Robert Redford o filme ainda conta com mais dois grandes nomes no elenco: Tom Cruise e Meryl Streep. Só isso já é motivo suficiente para se interessar em ver o filme, mesmo com críticas não muito boas rolando lá fora sobre ele.

Ainda vai rolar a estréia atrasada de “Invasores”, estrelado por Nicole Kidman e Daniel Craig, mais uma refilmagem do clássico do terror “Invasores de Corpos”. Já falaram tão mal desse filme que eu até fiquei com uma curiosidade mórbida de assistir. O produtor Joel Silver (Matrix) não gostou da versão inicial do diretor alemão Oliver Hirschbiegel, muito “parada”, e resolveu chamar os irmãos Wachowski (Matrix) para rodar umas cenas a mais e mais “movimentadas”. Mesmo assim o filme foi um fracasso de crítica e público.

quarta-feira, 7 de novembro de 2007

Tropa de Elite

Título Original: Tropa de Elite (2007)
Com: Wagner Moura, Caio Junqueira, André Ramiro, Fernanda Machado, Fernanda de Freitas, Maria Ribeiro e Milhem Cortaz
Direção: José Padilha
Roteiro: José Padilha, Bráulio Mantovani e Rodrigo Pimentel
Duração: 110 minutos


Ainda existe algo mais a se falar sobre o filme “Tropa de Elite”? Boa pergunta!

Pois bem, depois de tanta polêmica, pirataria coisa e tal, o filme se tornou notícia pelo Brasil. Principalmente por causa da pirataria, afinal de contas o filme vazou bem antes do seu lançamento oficial nos cinemas. Não demorou em virar uma febre nacional e alegria dos camelôs.

A produção do longa tentou evitar que a coisa fosse adiante, mas o poder da pirataria falou mais alto. O jeito foi adiantar o lançamento nos cinemas para tentar amenizar os prejuízos. O filme estreou bem nos cinemas, mas não da para dizer se a pirataria ajudou ou prejudicou sua bilheteria.

Pois bem, depois disso tudo finalmente na semana passada fui conferir o filme nos cinemas. Agora sim posso entender todas as piadas e frases de efeito que já circulam por aí. E não é que o filme é realmente muito bom!

A história é baseada no livro “Elite da Tropa” de André Batista, Rodrigo Pimentel e Luís Eduardo Soares, que narra experiências de um oficial do BOPE (Pimentel) com análise da situação do narcotráfico no Rio de Janeiro. Pimentel se juntou ao roterista Bráulio Mantovani (“Cidade de Deus” e “O ano que meus pais saíram de férias”) e ao diretor José Padilha para criar o roteiro do filme.

Temos então os três personagens principais: Capitão Nascimento (Wagner Moura), Neto (Caio Junqueira) e Matias (André Ramiro). O primeiro em busca de um substituto e os outros dois em busca um lugar melhor na polícia e vêem no BOPE uma boa oportunidade para realmente fazer “algo de bom”.

Provavelmente é o melhor filme de ação já feito no Brasil! Com a edição ágil de Daniel Rezende (“Cidade de Deus”) misturada com a experiência de Padilha em documentários (seu filme anterior foi “Ônibus 174”) lembra muito a tendência dos filmes de ação atuais, como por exemplo, o recente “Ultimato Bourne”.

O filme tem também seus méritos na questão crítica social. A narração em off do capitão Nascimento são muito boas. Isso sem falar nas frases que viraram parte do vocabulário nacional. É interessante mostrar o lado dos policiais. Agora não da para compará-lo ao superior “Cidade de Deus”. Mesmo assim o filme tem muita qualidade e prova mais uma vez que é possível sim fazer bons filmes no Brasil.

domingo, 4 de novembro de 2007

Sonhando acordado

Título Original: The Science of Sleep (2006)
Com: Gael Garcia Bernal, Charlotte Gainsbourg, Miou-Miou, Alain Chabat, Pierre Vaneck e Sacha Bourdo
Direção e Roteiro: Michel Gondry
Duração: 106 minutos


O diretor Michel Gondry confirma mais uma vez toda a sua genialidade com o filme “Sonhando acordado”. Para quem acompanha o trabalho do diretor de filmes como “Brilho eterno de uma mente sem lembranças” e também de clipes de bandas como White Stripes e Chemical Brothers sabe que a criatividade e o visual são marcas registradas de suas obras.

Estrelado por Gael Garcia Bernal o filme conta a história de Stéphane, um desenhista preso em um trabalho chato e que vive digamos assim no “mundo da lua”, ou como diz o título em português “sonhando acordado”. Ele se apaixona pela vizinha interpretada pela atriz e também cantora Charlotte Gainsbourg, então fica pensando em maneiras e presentes para tentar conquistar a moça.

As seqüências dos sonhos são as mais legais do filme. São cenas bem bonitas, com muito lirismo, numa brincadeira visual com as emoções e devaneios do protagonista. Tanto Gael quanto Charlotte entram de cabeça nas loucuras de Gondry numa química bastante interessante e excelentes atuações.

A experiência do filme não é fácil, para aqueles que resistirem em entrar na “loucura” da história para embarcar e tentar entender a “ciência do sono” de Gondry vão acabar se irritando ou não gostando da coisa. Quem já conferiu outros trabalhos do diretor já vão estar mais preparados e prontos para aproveitar melhor a viagem.

quinta-feira, 1 de novembro de 2007

Tim Festival 2007

Com as bandas Spank Rock, Hot Chip, Björk, Juliette and the Licks, Arctic Monkeys e The Killers
29 de Outubro de 2007
Anhembi – São Paulo


Novamente estive presente no Tim Festival, pela terceira vez, mas dessa vez na edição paulista que aconteceu no dia 29 de Outubro. Das 6 atrações que se apresentaram nesse dia, 4 me interessavam. No Rio os shows são em lugares “pequenos” para 4 mil pessoas, já a edição paulista é no Anhembi num espaço para 20 mil pessoas. Pelo menos tem a área VIP, um espaço na frente do palco, para compensar. Já que eu estava indo para a cidade para conferir o show valia a pena investir no ingresso mais caro para poder curtir melhor o show.

Acabei nem assistindo Spank Rock. Vamos aos comentários de cada show.

Hot Chip
Essa banda britânica ganhou mais destaque com seu 2ª cd chamado “The Warning” que tem hits como “Over and over” e “Boy from school”, presentes no repertório. Um show bem dançante que deve funcionar melhor em um lugar pequeno, num espaço para 20 mil pessoas talvez perca um pouco. A apresentação foi boa, apesar da pane no meio do show. A coisa foi tão estranha que a própria banda não entendeu o que aconteceu e se despediu do show achando que era o fim do show. Mas felizmente eles voltaram e tocaram mais um pouco.

Björk
Confesso que não curto o som dessa cantora islandesa, mas pelo menos o visual do show foi bem interessante. O palco estava cheio de bandeiras e outros detalhes cenográficos. Björk subiu ao palco com um vestido dourado bufante, muita maquiagem e um chapéu de bolas coloridas. O repertório contou com músicas do seu último cd chamado “Volta”, que começou com a até legal “Earth Intruders”. Esse é o tipo de show que deve funcionar melhor para se assistir sentado. Foi complicado agüentar 1 hora de show, sendo que também levou por volta de 1 hora só para montar o palco e mais tempo para desmontar.

Juliette and the Licks
Juliette subiu ao palco com sua banda The Licks e mostrou extrema simpatia e uma performance memorável. Suas músicas tem uma pegada hard rock. Um show animado, aeróbico e também de muito boa qualidade musical. A banda além de competente também se preocupa com a presença de palco. Afinal de contas o bom e velho rock´n roll também tem sua parte na pose. E nesse quesito Juliette “interpreta” muito bem o papel de rock star com todos os trejeitos e clichês do gênero, abusando do sensualismo e da selvageria.

Arctic Monkeys
O quanto não se falou dessa banda. Em cima do palco eles provam o porquê de tanto falatório. Suas ótimas canções já são o suficiente para conquistar a platéia. Sem muita interação com o público e em uma hora de apresentação o Arctic Monkeys mostrou muito fôlego e muitos sucessos. Sem dúvidas uma das bandas que mais agitou a platéia que cantou junto boa parte das músicas. Destaques para o hit “I bet you look good on the dancefloor” e também para “Fake tales of san Francisco”, “Fluorescent Adolescent”, só para citar algumas.

The Killers
A cenografia do palco já dava uma idéia do que estava por vir. Arranjos de flores, caixotes no lugar dos retornos, o fundo vermelho escrito “Sam´s Town” e muitos outros detalhes. O telão mostra algumas imagens ao som de uma música de abertura, assim o The Killers sobe ao palco e inicia o show com a música que da nome ao seu segundo cd: “Sam´s Town”. Com um repertório composto das melhores músicas de seus dois cds a banda fez sem dúvidas o melhor show da noite.

Tim Festival em São Paulo
O Tim Festival continua sendo um bom festival, sempre trazendo boas atrações com muita coisa boa da atualidade. Apesar disso a produção do show, pelo menos na edição paulista no Anhembi, deixou muito a desejar. Não rolou passagem de som, que acabaram acontecendo antes de cada show, causando muita espera entre cada show e atraso de 3 horas, sem contar em repertórios menores das últimas bandas. Faltaram bebidas (água e cerveja) no meio do festival e fora que o acesso ao Anhembi também foi um pouco complicado, sem muita sinalização. Mas os bons shows compensaram esses problemas e o resultado final foi muito bom.