Título Original: Eastern Promises (2007)
Com: Naomi Watts, Viggo Mortensen, Vincent Cassel, Armin Mueller-Stahl, Jerzy Skolimowski e Mina E. Mina
Direção: David Cronenberg
Roteiro: Steven Knight
Duração: 100 minutos
Nota: 4 (ótimo)
Após trabalharem juntos em “Marcas da Violência”, o diretor David Cronenberg e o ator Viggo Mortensen repetem a parceria em “Senhores do Crime”. Se não foi dessa vez que o diretor conseguiu indicação pelo filme, pelo menos o ator Viggo conseguiu para melhor ator. Realmente o ator fez um belo trabalho, mas concorrer com Daniel Day-Lewis era complicado.
O estilo de direção de Cronenberg mudou com o passar dos anos e isso já foi notado em ‘Marcas’. ‘Senhores’ segue a mesma linha ao retratar um personagem com um passado obscuro. Dessa vez Mortensen vive um integrante da máfia russa em Londres.
A história começa com uma enfermeira, vivida por Naomi Watts, que resolve ajudar uma criança recém-nascida. A mãe morreu sem deixar nenhuma identificação, apenas um diário escrito em russo. Dentro ela descobre um panfleto de um restaurante russo e ao ir investigar acaba se envolvendo com a máfia.
O diretor continua sendo acusado de fazer filmes mais comerciais, mas isso não importa contanto que continuem tendo muita qualidade, não tem problema se é mais ou menos acessível ao grande público. Mesmo assim ele consegue colocar suas marcas. Uma delas é sempre de alguma forma tentar chocar a audiência com alguma coisa “bizarra”.
Nesses últimos filmes o elemento “bizarro” é a violência, mostrada de maneira bastante realista. Uma das cenas, uma luta em uma sauna, é de um realismo impressionante e já vale o ingresso.
A maneira como Londres é mostrada no filme é bastante autêntica e realista, evitando lugares mais conhecidos como ponto turísticos. Segundo Cronenberg a escolha dos locais de filmagem foi tão importante quanto os atores.
Uma boa história, escrita pelo roteirista Steven Knight (“Coisas belas e sujas”), somados a um bom elenco, com destaque maior para Mortensen, resultam em um ótimo filme que retrata bem o submundo da máfia russa em Londres.
Com: Naomi Watts, Viggo Mortensen, Vincent Cassel, Armin Mueller-Stahl, Jerzy Skolimowski e Mina E. Mina
Direção: David Cronenberg
Roteiro: Steven Knight
Duração: 100 minutos
Nota: 4 (ótimo)
Após trabalharem juntos em “Marcas da Violência”, o diretor David Cronenberg e o ator Viggo Mortensen repetem a parceria em “Senhores do Crime”. Se não foi dessa vez que o diretor conseguiu indicação pelo filme, pelo menos o ator Viggo conseguiu para melhor ator. Realmente o ator fez um belo trabalho, mas concorrer com Daniel Day-Lewis era complicado.O estilo de direção de Cronenberg mudou com o passar dos anos e isso já foi notado em ‘Marcas’. ‘Senhores’ segue a mesma linha ao retratar um personagem com um passado obscuro. Dessa vez Mortensen vive um integrante da máfia russa em Londres.
A história começa com uma enfermeira, vivida por Naomi Watts, que resolve ajudar uma criança recém-nascida. A mãe morreu sem deixar nenhuma identificação, apenas um diário escrito em russo. Dentro ela descobre um panfleto de um restaurante russo e ao ir investigar acaba se envolvendo com a máfia.
O diretor continua sendo acusado de fazer filmes mais comerciais, mas isso não importa contanto que continuem tendo muita qualidade, não tem problema se é mais ou menos acessível ao grande público. Mesmo assim ele consegue colocar suas marcas. Uma delas é sempre de alguma forma tentar chocar a audiência com alguma coisa “bizarra”.
Nesses últimos filmes o elemento “bizarro” é a violência, mostrada de maneira bastante realista. Uma das cenas, uma luta em uma sauna, é de um realismo impressionante e já vale o ingresso.
A maneira como Londres é mostrada no filme é bastante autêntica e realista, evitando lugares mais conhecidos como ponto turísticos. Segundo Cronenberg a escolha dos locais de filmagem foi tão importante quanto os atores.
Uma boa história, escrita pelo roteirista Steven Knight (“Coisas belas e sujas”), somados a um bom elenco, com destaque maior para Mortensen, resultam em um ótimo filme que retrata bem o submundo da máfia russa em Londres.
O diretor Gus Van Sant começou fazendo filmes independentes, mas depois conseguiu alguns sucessos comerciais e um maior reconhecimento da sua carreira com “Gênio Indomável”, escrito pela dupla Matt Damon e Ben Afleck. Ele também fez a loucura de refilmar “Psicose”.
Desde 2002, quando lançou “Embriagados de Amor”, que o diretor Paul Thomas Anderson não lança um novo trabalho. A demora não foi preguiça, foi o tempo que durou para escrever o roteiro e reunir o orçamento para o filme. Na verdade seu último trabalho foi ajudando o diretor Robert Altman, grande influência, a terminar seu último filme: “A Última Noite”.




O filme “Cloverfield – Monstro” é mais “produto” no nome de J.J. Abrams. Mais conhecido por seu trabalho na televisão em séries como Lost e Alias, ele também aos poucos está invadindo o mundo dos cinemas. Já dirigiu a terceira parte do Missão Impossível e no final do ano ataca com a volta da “Star Trek”. Enquanto isso ele continua seu trabalho como produtor com mais um trabalho de sucesso.
A indicação do filme “Juno” ao Oscar de melhor filme mostra uma tendência da academia a indicar filmes mais alternativos, assim como aconteceu ano passado com “
O diretor Tim Burton e o ator Johnny Depp trabalham juntos pela sexta vez em “Sweeney Todd: O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet”. O filme é uma adaptação para o cinema do musical da Broadway escrito por Stephen Sondheim, que por sua vez era adaptado de uma peça de Christopher Bond.
Após o sucesso de crítica e público de “
O diretor Ridley Scott chega ao seu 17º longa-metragem na carreira, "O Gângster", com mais um ótimo trabalho, sem dúvidas um de seus melhores. Mais uma vez trabalhando com Russell Crowe e pela primeira vez com Denzel Washington, juntos para contar a história de ascensão e queda de um dos maiores traficantes de Nova York dos anos 70: Frank Lucas.
Se existe algo sempre presente nos filmes dos irmãos Coen, com certeza é o senso de humor, mais precisamente o humor negro. O tom irônico é bastante característico em sua filmografia, não importa qual seja o gênero que eles abordem. Em “Onde os Fracos não têm vez” o faroeste talvez seja a classificação mais próxima que pode ser definida, mas se passa em tempos mais atuais, mais precisamente no início dos anos 80.
