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domingo, 30 de agosto de 2009

24 horas – 7ª temporada

Foi complicado ficar um ano sem Jack Bauer. Por causa da greve dos roteiristas o início da temporada foi adiado para 2009. Isso por causa da tradição do seriado em exibir os 24 episódios sem reprise.

A 7ª temporada se passa 4 anos após a temporada anterior. Como aquecimento, tivemos o telefilme “24: Redenção”. A história começa com Jack Bauer no tribunal em Washington DC, onde está sendo julgado pelos seus crimes.

Ele é convocado pela agente do FBI Renee Walker (Annie Wersching) no meio do julgamento para ajudar numa investigação. Uma ameaça terrorista que está sendo comandada por Tony Almeida (Carlos Bernard), amigo de Jack que trabalhava com ele na antiga CTU, que foi desativada.

Isso é apenas o início de uma temporada que parece ter sido feita especialmente para os fãs, com muitas referências e também fechando algumas pontas de história que tinham ficado abertas nas temporadas anteriores. Sem dúvidas foi muito bom ter o personagem Tony novamente no programa.

Destaque para os personagens de Renee Walker, que acaba virando uma espécie de Jack Bauer versão feminina, e para a presidente Taylor (Cherry Jones), além da sensacional participação do ator Jon Voight como um dos vilões chamado Jonas Hodges.

Essa deve ter sido a temporada mais tensa do programa. O senso de urgência está presente em quase todos os episódios. E essa é justamente a principal graça do seriado.

Eu como fã sou suspeito para falar do programa, mas essa temporada realmente foi muito boa. O jeito agora é aguardar ansiosamente pela próxima temporada.

Aproveitando a deixa, quem é fã do seriado não deve deixar de acessar esse link: http://24.wikia.com/wiki . É um site tipo Wikipédia feito para o seriado. Lá você vai encontrar tudo sobre o programa. Acessem que vale a pena!

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Arraste-me para o Inferno

Título Original: Drag me to Hell (EUA, 2009)
Com: Alison Lohman, Justin Long, Lorna Rover, Dileep Rao, David Paymer, Reggie Lee e Adriana Barraza
Direção: Sam Raimi
Roteiro: Sam Raimi e Ivan Raimi
Duração: 99 minutos


Nota: 5 (excelente)

Após fazer 3 filmes do Homem Aranha na seqüência, o diretor Sam Raimi volta a fazer um filme de terror “Arraste-me para o Inferno”. Foi nesse gênero que ele se consagrou com “Uma noite alucinante”, também conhecido como “Evil Dead – A morte do demônio”.

A história é bastante simples e interessante. Christine Brown (Alison Lohman) trabalha na parte de empréstimos de um banco e sonha com uma promoção. Sua chance de mostrar ao chefe que é capaz de assumir um cargo maior vem com a decisão sobre uma cliente.

A cliente é uma senhora de idade que está prestes a perder a casa por não pagar a hipoteca. Christine tem que escolher entre ajudar a velhinha em dificuldade ou sua carreira. Claro que ela prefere a carreira, mas acaba sendo uma péssima escolha pois ela sofre uma maldição da velhinha que vai aterrorizá-la bastante.

A mensagem/piada do filme é muito boa: respeite os mais velhos. Afinal de contas nunca se sabe quando uma velhinha irá jogar uma praga em você.

Isso é o bastante para o diretor criar o clima de terror e suspense, com pequenas doses de humor, característica da trilogia Evil Dead. Se você gosta desse estilo de filme, pode ir conferir que a qualidade é garantida.

É bom ver um filme desse tipo já que os filmes de terror hoje em dia são algum remake de filmes antigos ou de filmes japoneses feitos geralmente para o público adolescente americano.

O resultado é um excelente filme, mostrando que o diretor Sam Raimi ainda continua muito bem inspirado e ainda sabe fazer bons filmes de terror.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Brüno

Título Original: Bruno (EUA, 2009)
Com: Sacha Baron Cohen, Gustav Hammarsten e Clifford Bañagale
Direção: Larry Charles
Roteiro: Sacha Baron Cohen, Anthony Hines, Dan Mazer e Jeff Schaffer
Duração: 83 minutos


Nota: 5 (excelente)

Sacha Baron Cohen ataca novamente com seu humor ácido repetindo a mesma fórmula de “Borat” ao misturar comédia com documentário com seu outro personagem: “Brüno”. O resultado é um filme tão bom quanto Borat, mas com alguns pontos melhores e outros inferiores.

O personagem Bruno era um apresentador gay de um programa sobre moda na Áustria. Após perder seu emprego ele resolve se mudar para Los Angeles nos EUA com o objetivo de ficar famoso, não importando como.

A piada do filme é justamente essa, sobre o que as pessoas fazem hoje em dia para chamar a atenção no intuito de se promover ou ficar famosas. Além é claro do detalhe do personagem ser gay. O Bruno irá fazer realmente de tudo, começando por tentar fazer um programa de entrevistas ou até mesmo adotar uma criança africana para tentar ficar famoso.

É incrível o número de piadas do filme. Sério mesmo, eu tive que me controlar para parar de rir. Fazia tempo que eu não dava tanta risada num filme. Acho até que dei mais risada do que em Borat.

O talento de Sacha Baron Cohen como ator é impressionante. É incrível ver a sua transformação de um personagem para outro. E assim como Borat, toda a parte de divulgação do filme foi feita por ele na pele do personagem, inclusive em entrevistas de divulgação.

Obviamente que a comparação com Borat é inevitável. Com certeza aqui o impacto com o estilo inusitado é menor, mas algumas cenas são tão ou até mesmo mais engraçadas. Sem contar que o conteúdo crítico é bem maior ao mostrar esse culto insano a celebridade.

Quem gostou de Borat pode ir assistir o filme sem medo que é garantia de diversão e ótimas piadas. Agora se você não gostou, pode passar longe.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Dragonball Evolution

Título Original: Dragonball Evolution (EUA, 2009)
Com: Justin Chatwin, Chow Yun-Fat, Emmy Rossum, Jamie Chung, James Marsters, Joon Park, Eriko Tamura e Randall Duk Kim
Duração: 84 minutos
Direção: James Wong
Roteiro: Ben Ramsey e James Wong baseado no mangá de Akira Toriyama


Nota: 1 (ruim)

Desde que foi anunciado, o filme “Dragonball Evolution” já prometia ser bastante ruim. Quando chegou aos cinemas do Brasil, só tinham cópias dubladas em Salvador e acabei nem tendo coragem de ver. Para a minha “sorte”, acabei assistindo-o no avião. Obviamente que o resultado era o que eu esperava, isto é, um fracasso total.

As mudanças em relação a história do mangá e dos desenhos é totalmente desnecessária. A coisa ficou parecendo mais um Dragon Ball de uma dimensão alternativa. Como assim o Goku é um adolescente normal que freqüenta a escola? Tudo bem que tenha algumas referências básicas como os nomes dos personagens, as esferas do dragão e coisas do tipo, mas o espírito é totalmente diferente.

Bom, eu até poderia relevar todos os problemas de adaptação, história e até mesmo atuação se pelo menos em um aspecto o filme fosse positivo: as cenas de luta. Quem assistia o desenho sabe que isso era o mais importante. Tinham lutas que demoravam vários episódios. Mas é justamente nesse ponto que o filme peca ainda mais. As cenas de lutas e de ação são horrorosas!

É uma pena ver uma franquia dessas que tinha tudo para ter sucesso e ganhar várias continuações ser feita assim de maneira tão bizarra. O resultado foi visto nas bilheterias, onde o filme foi um fracasso estreando em oitavo lugar lá nos EUA. A única salvação agora quem sabe é daqui a um tempo alguém resolver começar novamente do início, como está na moda atualmente em Hollywood.