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segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Cavalo de Guerra

Título Original: War Horse (EUA , 2011)
Com: Emily Watson, David Thewlis, Peter Mullan, Niels Arestrup, Tom Hiddleston, Benedict Cumberbatch, Toby Kebbell, Patrick Kennedy, David Kross, Celine Buckens, Robert Emms, Rainer Bock, Geoff Bell, Leonard Carow e Matt Milne
Direção: Steven Spielberg
Roteiro: Lee Hall e Richard Curtis
Duração: 145 minutos

Nota: 3 (bom)

Confesso que não estava muito animado em assistir o filme “Cavalo de Guerra”, apesar de ter o nome de Steven Spielberg na direção. Após a indicação ao Oscar de melhor filme resolvi arriscar.

A história é até razoavelmente interessante e tem um bom apelo universal. A amizade de um garoto e um cavalo, que são separados graças a 1ª guerra mundial. O pai do garoto vende o animal para o exercito e o destino dos 2 irá se cruzar novamente. Então iremos acompanhar a jornada do cavalo durante o combate.

O principal problema do filme é apelar para os exageros. A parte técnica é muito boa com destaques para a fotografia e a trilha sonora de John Williams, eterno colaborador de Spielberg e criador de grandes temas do cinema, mas seguindo a mão pesada do diretor acabam pecando pelo exagero.

O elenco é bastante limitado e apesar de ter alguns bons nomes, esses não conseguem se destacar muito graças a limitação do roteiro e do tom conduzido por Spielberg na narrativa. Acreditem se quiser, o grande destaque do elenco é o cavalo. Ele é bem carismático e até as partes feitas por computador ficaram muito bem feitas.

Spielberg optou por fazer um filme família para agradar todas as idades. Então apesar do pano de fundo da história ser a guerra, ela é mostrada com algum realismo, mas sem mostrar sangue e violência. Aqui ele abusa da manipulação em fazer o espectador se emocionar e chorar.

Os últimos 20 a 30 minutos finais retratam bem isso. Como se ele construísse cada cena pensando: “se o cara não chorou nessa cena, nessa seguinte não tem como escapar”. Isso acaba prejudicando muito a narrativa criando um clima de emoção totalmente artificial.

Outro problema é a duração com muitas cenas que poderiam ter sido descartadas para melhor um pouco o ritmo da história, principalmente o final já citado anteriormente.
Mesmo com esses problemas o resultado ainda sim é positivo. É o tipo de filme que em breve poderá ser exibido na Sessão da Tarde com uma chamada falando sobre como é uma história emocionante mostrando a incrível jornada de um cavalo aos horrores da guerra.

domingo, 29 de janeiro de 2012

From the Sky Down

(EUA, 2011)
Com: Bono, The Edge, Adam Clayton e Larry Mullen, Jr.
Direção: Davis Guggenheim
Duração: 90 minutos

Nota: 3 (bom)

O documentário “From the Sky Down” mostra um pouco sobre a gravação do disco "Achtung Baby" do U2, um dos melhores e mais arriscados discos da carreira da banda que fez 20 anos de lançado em 2011.

O diretor Davis Guggenheim, conhecido pelo filme "Uma Verdade Inconveniente", teve acesso aos arquivos da banda e entrevistou os integrantes durante o ensaio para a apresentação no festival Glastonbury de 2011.

O filme começa muito bem ao resumir a situação da banda antes de começar a gravar o disco. Estavam no auge do sucesso. E tinham descoberto a música americana, que acabou virando também um documentário e um disco chamado “Rattle and Hum”. Era a hora de se reinventar e de se arriscar. Então eles foram para Berlim, que passava pela recente reunificação, gravar no estúdio Hansa, famoso por ter sido lugar de gravação de discos de gente como David Bowie, Iggy Pop e Depeche Mode.

O problema é que o documentário foi vendido como história sobre a gravação do disco "Achtung Baby" e muito pouco do processo é mostrado. Mostra muito poucas imagens de arquivo da época e utiliza muito pouco das músicas do disco para ilustrar o filme.
Apesar da boa contextualização do momento que a banda estava, faltou falar mais sobre o álbum em si. Detalhes e curiosidades da gravação e coisas do tipo. Tudo fica meio superficial. Fica claro que aquele momento foi importante para a banda, mas faltou mostrar mais sobre as gravações do disco. O resultado é um bom filme, mas que poderia ter sido bem mais interessante.

sábado, 28 de janeiro de 2012

God Bless Ozzy Osbourne

(EUA, 2011)
Com: Ozzy Osbourne, Sharon Osbourne, Paul McCartney, Henry Rollins, John Frusciante, Bill Ward, Terry Butler, Robert Trujillo e Tommy Lee
Direção: Mike Fleiss e Mike Piscitelli
Duração: 91 minutos

Nota: 4 (ótimo)

Ozzy Osbourne é sem dúvidas uma das figuras mais mitológicas da história do rock. É um milagre ele ainda estar vivo hoje, mas já faz alguns anos que ele conseguiu largar as drogas e o álcool definitivamente. Aproveitando essa deixa o documentário “God Bless Ozzy Osbourne” faz um ótimo resumo de sua carreira.

Os diretores Mike Fleiss e Mike Piscitelli passaram um bom tempo com Ozzy durante a turnê do seu disco anterior “Black Rain” em 2008. Eles conseguiram depoimentos bastante sinceros do cantor sobre sua carreira e entrevistaram também membros da família, conseguindo fazer um retrato bem interessante sobre sua vida pessoal. Nomes importantes da música também dão seu depoimento, inclusive os integrantes do Black Sabbath.

O filme reúne também muitas imagens, algumas bastantes raras, da carreira de Ozzy incluindo fotos do arquivo pessoal do cantor e vídeos antigos de apresentações ao vivo, entrevistas na televisão e coisas do tipo.

São 40 anos de carreira, então conseguir resumir isso num filme de 90 minutos é uma tarefa bastante complicada, mas os diretores conseguiram fazer um bom apanhado reunindo os principais momentos da história de Ozzy.

Quem leu a biografia dele não irá encontrar muitas novidades, mas é bom ver os depoimentos atuais, principalmente dos membros da família, já que o livro mostra apenas o ponto de vista do cantor. Mesmo assim o filme é recomendado para os fãs e também para os interessados em conhecer mais sobre a história dessa lenda do rock, que conseguiu sobreviver aos excessos e tem uma carreira musical sensacional.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Sherlock Holmes - O Jogo de Sombras

Título Original: Sherlock Holmes - The Game of Shadows (EUA , 2011)
Com: Robert Downey Jr., Jude Law, Jared Harris, Kelly Reilly, Stephen Fry, Noomi Rapace e Rachel McAdams
Direção: Guy Ritchie
Roteiro: Michele Mulroney e Kieran Mulroney
Duração: 129 minutos

Nota: 3 (bom)

Graças ao sucesso do primeiro filme, era de se esperar uma continuação das aventuras do detetive Sherlock Holmes. O diretor Guy Ritchie volta a cadeira de diretor trazendo novamente a dupla de protagonistas Robert Downey Jr. e Jude Law.

Em “Sherlock Holmes - O Jogo de Sombras” a história continua de onde parou no primeiro filme e iremos acompanhar as investigações de Holmes (Downey Jr.) para impedir os planos do seu arqui-inimigo: o professor Moryarty (Jared Harris).

Ritchie conseguiu emplacar um ritmo mais acelerado nessa continuação lembrando bastante a sua filmografia. Conseguiu também construir a história de maneira mais interessante e dando mais sentido as cenas de ação.

A fotografia também melhorou abusando menos das tomadas escuras, mas manteve os exageros nos efeitos na criação dos cenários que continuam soando muito artificiais. Seguindo a fórmula de que continuações têm que ser maiores, a trama é mais internacional indo além de Londres passando por Paris e outros pontos da Europa.

Saindo da parte técnica, vamos ao elenco. Downey Jr. e Law continuam ótimos como a dupla Holmes e Watson. O diálogo e a interação entre os 2 rendem mais uma vez os melhores momentos do filme. Harris também está bem como o vilão. Vale destacar também o irmão de Holmes vivido por Stephen Fry, que apesar de pouco tempo na tela rende bons momentos. O único personagem que não ficou meio bem aproveitado foi a cigana Simza, interpretada por Noomi Rapace, que se junta a dupla principal.

O filme consegue até ser um pouco mais interessante e divertido que o primeiro, mas também não chega a ser tão melhor assim. Algumas cenas em específico são melhores, principalmente as de ação e o uso da câmera lenta é mais bem utilizada.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Medianeras: Buenos Aires na Era do Amor Virtual

Título Original: Medianeras (Argentina, 2011)
Com: Pilar López de Ayala, Inés Efron, Carla Peterson, Rafael Ferro, Javier Drolas, Adrián Navarro e Romina Paula
Direção e Roteiro: Gustavo Taretto
Duração: 95 minutos

Nota: 5 (excelente)

Pobre cinema brasileiro! Cada vez que assisto a um filme argentino fico com pena da gente. É incrível como eles conseguem criar histórias boas e interessantes, muitas vezes com tramas simples e muito bem elaboradas. É o caso de “Medianeras: Buenos Aires na Era do Amor Virtual” do diretor e roteirista estreante Gustavo Taretto.

O filme é uma espécie de história de amor dos tempos modernos. Temos 2 personagens principais: Martin (Javier Drolas) e Mariana (Pilar López de Ayala). Ambos são jovens que recentemente passaram por uma desilusão amorosa e tentam seguir em frente ao tentar superar a solidão urbana do dia a dia das grandes cidades.

A cidade em questão é Buenos Aires, mas poderia ser qualquer grande cidade do mundo. Ela acaba sendo mais um personagem na história. Os personagens moram próximos um do outro, mas graças ao caos e a solidão urbana apenas uma obra do acaso e do destino poderia uni-los. E é com essa esperança que eles se encontrem é que a história é desenvolvida.

Impossível não se identificar com os personagens, principalmente para mim que tenho idade parecida com eles e também moro numa “cidade grande”. Mas a questão da solidão nos dias de hoje, principalmente nas grandes cidades, é uma questão universal.

Ainda mais com recursos modernos de comunicação como Internet e celular que são capazes de nos conectar com o mundo todo sem sair de casa, mas ao mesmo tempo nos deixa afastados do contato com outras pessoas no mundo real.
O diretor constrói a história de maneira muito inteligente, interessante e criativa, resultando num filme que é capaz de emocionar e divertir com uma bela história.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

As Aventuras de Agamenon, o Repórter

(Brasil, 2012)
Com: Luana Piovani, Marcelo Adnet, Pedro Bial, Marcelo Madureira e Hubert Aranha
Roteiro: Hubert e Marcelo Madureira
Direção: Victor Lopes
Duração: 74 minutos

Nota: 1 (ruim)

O ano já começou ruim para o cinema brasileiro. Mesmo sabendo que não deveria ser bom, acabei arriscando em assistir o filme “As Aventuras de Agamenon, o Repórter”. Bateu um pouco de curiosidade mórbida graças a presença de Marcelo Adnet (que eu acho engraçado) e resolvi encarar, mas o resultado é bem decepcionante.

O personagem do título foi criado por Hubert e Marcelo Madureira, ambos ex-Casseta e Planeta, para assinar uma coluna no jornal O Globo por 20 anos. Resolveram então fazer um falso documentário contando a fictícia história do personagem.

A idéia é até interessante ao mostrar o personagem fazendo parte de grandes eventos da história recente da 2ª guerra mundial aos dias atuais no maior estilo Forrest Gump da favela. Junto com o depoimento de personalidades como Caetano Veloso, Jô Soares, entre outros, o filme até poderia ter funcionado.

Infelizmente não é o que se vê na tela. As piadas e o roteiro são muito ruins, lembrando os piores momentos do Casseta e Planeta. Já se foi o tempo dos humoristas do programa, eles estão precisando se atualizar.

O filme até tem uma ou outra piada legal, da pra dar algumas risadas, mas a maioria dos risos é por não acreditar no que está se vendo na tela. A melhor parte é durante a presença de Adnet vivendo o personagem quando era jovem, mas o pouco tempo e tela não consegue salvar o filme.

Resumindo o filme é “genialmente ruim”, e isso não é um elogio. Se tivesse pelo menos algumas piadas mais legais e o Adnet tivesse mais tempo e liberdade na tela, quem sabe o resultado não poderia ter sido um pouco melhor.

domingo, 15 de janeiro de 2012

Filmes que mais quero ver em 2012

Esse ano eu resolvi simplificar e fiz apenas uma lista dos filmes que mais quero ver no ano. Vale lembrar que essa lista tem apenas filmes que já tem data de estréia prevista no Brasil e que essas datas costumam mudar bastante. Além disso, novos filmes interessantes podem aparecer aí e quem sabe depois até atualizo a lista. Vamos aos por enquanto 13 selecionados:

Os descendentes
Título Original: The Descendants (EUA, 2011)
Com: George Clooney, Matthew Lillard, Robert Forster, Judy Greer, Beau Bridges e Shailene Woodley
Diretor: Alexander Payne
Estréia: 27/01

O diretor Alexander Payne está de volta com um novo filme dessa vez estrelado por George Clooney num drama. Após excelentes trabalhos como “Sideways” e “A Eleição” a expectativa por esse filme é muito grande.

Millennium - Os Homens que não amavam as mulheres
Título Original: The Girl with the Dragon Tatoo (EUA, 2011)
Com: Daniel Craig, Stellan Skarsgård, Rooney Mara, Robin Wright, Christopher Plummer, Embeth Davidtz, Joel Kinnaman, Joely Richardson, Goran Visnjic e Julian Sands.
Diretor: David Fincher
Estréia: 27/01

Sou fã do trabalho de David Fincher (A Rede Social) e essa adaptação do romance “Os homens que não amavam as mulheres”, primeiro livro da série Millenium do sueco Stieg Larsson. Parece ser bem interessante.

Jovens adultos
Título Original: Young Adult (EUA, 2011)
Diretor: Jason Reitman
Elenco: Charlize Theron, Patrick Wilson, Patton Oswalt, J.K. Simmons, Elizabeth Reaser, Emily Meade, Collette Wolfe, Brady Smith e Louisa Krause
Estréia: 02/03

O diretor Jason Reitman tem se mostrado um cara muito talentoso e dessa vez ele volta a se reunir com a roteirista Diablo Cody (estiveram juntos em “Juno”) nesse novo filme estrelado pela bela Charlize Theron.

American Pie: O reencontro
Título Original: American Pie: Reunion (EUA, 2012)
Com: Alyson Hannigan, Chris Owen, Deborah Rush, Jason Biggs, Eugene Levy, Seann William Scott, Thomas Ian Nicholas, Shannon Elizabeth, Tara Reid, Chris Klein, Mena Suvari e Jennifer Coolidge
Diretor: Jon Hurwitz e Hayden Schlossberg
Estréia: 20/04

Preciso admitir que gosto dessa franquia. O primeiro foi um filme bem bacana, o 2 era ruim e o 3 era até legal. Depois fizeram uns filmes nada a ver sem os personagens principais e lançado direto em vídeo, foi bizarro. Agora conseguiram reunir novamente o elenco original e só isso já é motivo pra me deixar bem curioso em assistir.

The Avengers – Os Vingadores
Título Original: The Avengers (EUA, 2012)
Com: Robert Downey Jr., Clark Gregg, Scarlett Johansson, Chris Hemsworth, Samuel L. Jackson, Chris Evans, Jeremy Renner e Mark Ruffalo
Diretor: Joss Whedon
Estréia: 27/04

Depois de apresentar os personagens principais em seus respectivos filmes solo, chegou a hora da Marvel juntar todos em “Os Vingadores” e colocar o super grupo em ação.

Dark Shadows
(EUA, 2012)
Com: Johnny Depp, Eva Green, Michelle Pfeiffer, Helena Bonham Carter, Thomas McDonell, Chloë Moretz, Jonny Lee Miller, Bella Heathcote, Gulliver McGrath e Jackie Earle Haley
Diretor: Tim Burton
Estréia: 11/05

Não sou fã de filme de vampiro, mas com esse elenco e com a direção de Tim Burton não tem como não ficar curioso e com vontade de assistir. O filme é uma adaptação de um seriado de tv dos anos 60.

The Dictator
(EUA, 2012)
Com: Sacha Baron Cohen, Anna Faris, John C. Reilly, Megan Fox, Ben Kingsley, Jason Mantzoukas, Anthony Mangano e Jeff Grossman
Diretor: Larry Charles
Estréia: 18/05

Sacha Baron Cohen se reúne novamente com o diretor Larry Charles repetindo a parceria de “Bruno” e “Borat” dessa vez com um novo personagem, um ditador de um país fictício. Deve seguir uma linha parecida com os outros filmes, mas assumindo mais o lado ficção com a presença de atores conhecidos como Ben Kingsley.

Prometheus
(EUA, 2012)
Com: Noomi Rapace, Michael Fassbender, Charlize Theron, Guy Pearce, Idris Elba e Logan Marshall-Green
Diretor: Ridley Scott
Estréia: 08/06

Ridley Scott de volta ao mundo da ficção científica, gênero que o consagrou com o clássico “Alien – o 8º passageiro”. Inclusive esse filme inicialmente seria um “prequel” de Alien, mas após brigas de Scott e a Fox ele resolveu mudar o roteiro desconectando a trama da franquia.

Valente
Título Original: Brave (EUA, 2012)
Com as vozes de: Emma Thompson, Kelly Macdonald, Billy Conelly e Kevin McKidd
Diretor: Mark Andrews
Estréia: 20/07

Nova animação da Pixar, precisa falar mais alguma coisa? Já é motivo suficiente pra eu ir no cinema. Essa é a primeira protagonista feminina das animações da Pixar.

Batman: O cavaleiro das trevas ressurge
Título Original: The Dark Knight Rises (EUA, 2012)
Com: Christian Bale, Michael Caine, Gary Oldman, Anne Hathaway, Tom Hardy, Marion Cotillard, Joseph Gordon-Levitt e Morgan Freeman
Diretor: Christopher Nolan
Estréia: 27/07

Suposto último filme do Batman de Christopher Nolan. Conseguirá ele fazer algo tão bom quanto Cavaleiro das Trevas? Acredito que sim.

Os mercenários 2
Título Original: The Expendables 2 (EUA, 2012)
Com: Sylvester Stallone, Jason Statham, Jet Li, Dolph Lundgren, Chuck Norris, Terry Crews, Randy Couture, Liam Hemsworth, Jean-Claude Van Damme, Bruce Willis e Arnold Schwarzenegger
Diretor: Simon West
Data de estréia: 31/08

Sai Mickey Rourke e entram Chuck Norris e Van Damme. Sem contar que Bruce Willis e Schwarzenegger devem aparecer mais. Pronto, precisa de mais motivos para querer assistir esse filme?

Frankenweenie
Diretor: Tim Burton
Vozes: Charlie Tahan, Winona Ryder, Catherine O'Hara, Martin Landau, Martin Short, Robert Capron e Atticus Shaffer
Data de Estréia: 02/11

Tim Burton resolveu transformar um antigo curta numa animação stop-motion que conta a história de um garoto que ressuscita seu cachorro estilo Frankenstein.

Skyfall
Com: Daniel Craig, Javier Bardem, Judi Dench, Ralph Fiennes, Albert Finney, Naomie Harris, Bérénice Marlohe e Ben Whishaw
Diretor: Sam Mendes
Data de estréia: 02/11

Nova aventura do agente 007 James Bond, dessa vez comandado pelo diretor Sam Mendes (Foi Apenas um Sonho). Estou curioso pra saber como vai ficar, ainda mais que sou fã do agente secreto e principalmente dessa nova “fase” com Daniel Craig no papel principal.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Melhores filmes de 2011

Mais uma vez acabei o ano e ainda estou devendo textos sobre filmes que assisti em 2011 e ainda alguns de 2010. Esse ano teve bons filmes, mas eu estive um pouco “chato” em relação a eles. Tanto que quase não consigo completar 10 filmes com nota 5. Alguns dessa lista valeram mais pela “emoção” que me causou do que a qualidade do filme em si, mas acho que no final das contas é isso que importa. Então vamos a lista:


10) Foo Fighters – Back and Forth e Pearl Jam Twenty: Resolvi deixar empatados na 10ª posição 2 documentários musicais. Um sobre o Foo Fighters e outro sobre o Pearl Jam. O primeiro é mais completo em contar a história da banda enquanto o segundo é mais voltado para fãs. Esse ano tiveram outros documentários interessantes sobre bandas como U2, Lemmy (Motorhead) e Ozzy, em breve irei falar sobre eles.

9) O Discurso do Rei: O grande vencedor do Oscar de 2011 dividiu opiniões, mas mesmo com a história simples e sem novidades a força do elenco falou mais alto garantindo a qualidade do filme.

8) Carros 2: Saí do cinema com a sensação de ter virado criança novamente e me diverti bastante. A Pixar mais uma vez acertou a mão, mesmo que dessa vez não tenha agradado tanto os adultos.

7) Um Conto Chinês: Uma das surpresas desse ano que mostra mais uma vez a qualidade do cinema argentino. Uma história simples, mas muito bem contada e atuada. Quem sabe um dia o cinema nacional chega lá.

6) Tudo Pelo Poder: George Clooney mostra mais uma vez que também tem talento atrás das câmeras e entregou esse excelente filme sobre os bastidores de uma campanha política com um elenco incrível.

5) Super 8: J. J. Abrams cada vez mais se consolida como um novo Spielberg, que produziu o filme, mas apesar das referências ele conseguiu criar um estilo próprio de contar história.

4) Planeta dos Macacos: A Origem: Outra surpresa de 2011. Achei que ia ser uma bomba, mas o resultado é impressionante. Que venha o segundo filme.

3) X-Men - Primeira Classe: Quando eu achava que a franquia dos X-Men no cinema já era graças as bombas X-Men 3 e o filme solo do Wolverine, eis que surge esse novo filme para dar um novo frescor aos mutantes. Só não é melhor que o X-Men 2.

2) Meia-Noite em Paris: Fazer um filme por ano e sempre ter resultado positivo não é pra qualquer um, mas Woody Allen continua seu ritmo e em 2011 ele acertou a mão com esse excelente filme.

1) Compramos um Zoológico: Sou fã do diretor Cameron Crowe e ele realmente sabe como mexer com as emoções. Uma história que na mão de outro diretor seria clichê e piegas aqui ganha uma qualidade incrível com uma ótima trilha sonora.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Piores filmes de 2011

2011 não foi um ano muito bom de filmes para mim. Esse ano assisti 5 filmes que classifiquei com nota 1 (ruim). Em 2010 tinham sido apenas 2. E olha que eu escapei de muita bomba, mas algumas não deu pra evitar e a curiosidade falou mais alto mesmo sabendo que o resultado ia ser ruim. Vamos a lista:

10) O Solteirão: Ben Stiller fazendo um filme “maduro” junto com o diretor Noah Baumbach não foi uma parceria que deu certo. Uma pena, o resultado poderia ter sido bem mais interessante.

9) Sexo sem Compromisso: 2 filmes com a mesma premissa: esse e “Amizade Colorida”. Esse não é bom, o outro é. Melhor o diretor Ivan Reitman desistir de fazer filmes e deixar seu filho Jason (Amor sem escalas) no ramo por ser bem mais talentoso.

8) Burlesque: Um musical com Cher e Christina Aguilera, a curiosidade falou mais alto, mas se fosse menos “dramático” e “sério” poderia até ser divertido, tem umas músicas legais.

7) Esposa de Mentirinha: Ou eu fiquei mais chato ou os filmes de Adam Sandler estão cada vez piores. Nem a bela presença de Jennifer Aniston e a participação especial de Nicole Kidman conseguem salvar o filme.

6) Os Três Mosqueteiros: Essa versão “moderna” de Os Três Mosqueteiros peca principalmente pela falta de carisma dos protagonistas. Nem precisa comentar o resto.

5) Conan - O Bárbaro: A idéia era boa, mas a história é muito ruim. O diretor Marcus Nispel está se especializando em remakes bizarros (“Sexta-feira 13” e “O massacre da serra elétrica”).

4) Transformers 3 - O Lado Oculto da Lua: Sem dúvidas o pior filme da franquia. Cenas de ação ruins e ainda ter que agüentar luta entre humanos ao invés dos Transformers, aí não!

3) O Turista: Somente os protagonistas já valem a curiosidade em assistir o filme, mas o resultado é muito ruim. A história e o roteiro são muito ruins!

2) Lanterna Verde: Enquanto a Marvel segue bem com seus filmes o mesmo não se pode falar da DC. Esse Lanterna Verde é desastroso e muita pouca coisa se salva.

1) Sucker Punch - Mundo Surreal: Nem mesmo a exibição em IMAX foi capaz de salvar essa nova pérola do “visionário” diretor Zack Snyder. Muito “estilo” pra pouca história. O resultado é sem dúvidas o pior filme que eu vi esse ano.

domingo, 8 de janeiro de 2012

Tudo Pelo Poder

Título Original: The Ides of March (EUA , 2011)
Com: Ryan Gosling, George Clooney, Evan Rachel Wood, Philip Seymour Hoffman, Paul Giamatti, Marisa Tomei, Max Minghella e Jeffrey Wright
Direção: George Clooney
Roteiro: George Clooney, Grant Heslov e Beau Willimon
Duração: 101 minutos

Nota: 5 (excelente)

George Clooney volta pela 4ª vez a dirigir um filme em “Tudo Pelo Poder” seguindo mais uma vez um teor mais sério e com conteúdo político. Ele também assina o roteiro, junto com seu colaborador freqüente Grant Heslov, baseado na peça escrita por Beau Willimon, que também colaborou no roteiro. Além disso, Clooney também está no elenco, mas no papel de coadjuvante. O protagonista é Ryan Gosling, ator que cada vez mais prova o seu talento.

A história acompanha os bastidores políticos da campanha política do governador Mike Morris (Clooney) a presidência dos EUA, que é comandada por Paul Zara (interpretado pelo sempre excelente Philip Seymour Hoffman) e tem Stephen Meyers (Gosling) como chefe de assessor de imprensa.

Stephen acredita nos ideais do candidato, que fazem uma alusão ao atual presidente Barack Obama, mas durante o desenvolver da trama ele vê seu idealismo ir por água abaixo graças aos planos, principalmente da concorrência, para conseguir vencer a disputa.

Clooney consegue construir uma trama inteligente e envolvente com críticas ao funcionamento da política nos EUA, mas que podem ser facilmente associadas a maioria dos países “democráticos”. Para ganhar uma eleição não basta apenas ter bons ideais, é necessário “sujar” um pouco as mãos. O conjunto do elenco também é excelente que além dos já citados ainda conta com nomes como Marisa Tomei, Paul Giamatti e Evan Rachel Wood.

Apesar de não trazer nada de novo ou de muito revelador em relação aos bastidores da política, o resultado é um excelente filme por desenvolver uma ótima história com atuações muito boas que consegue envolver e intrigar o espectador do começo ao fim.

sábado, 7 de janeiro de 2012

Melhores shows de 2011

O ano de 2011 foi um recorde de shows internacionais pra mim. Ao todo vi 27 bandas sendo que 9 foram aqui em Brasília. Fui em 2 festivais (SWU e Planeta Terra) e fui 3 vezes para São Paulo. Então resolvi fazer uma lista dos 5 melhores. Confiram:


Esse show foi a maior surpresa desse ano. Nem era fã da banda, mas resolvi ouvir quando anunciaram o show em Brasília e descobri que conhecia várias músicas. Um show cheio de hits, com um pouco de clima de nostalgia, mas mostrando que a banda ainda continua em forma.


4) Muse (abertura do show do U2)

Segunda vez que os vejo ao vivo e apesar de ter sido uma apresentação mais curta foi o suficiente para roubar a cena da banda principal. O show do U2 foi muito bom, mas o Muse foi melhor.


3) The Strokes (Planeta Terra)

Eles foram a atração que me fizeram ir ao Planeta Terra de 2011 e fizeram valer o festival. Um ótimo show com músicas dos 4 cds da banda. Tocaram todas que eu queria, então foi só alegria.

O Planeta Terra foi o festival mais organizado que fui esse ano, pena que as atrações foram "indies" demais.



Foi bom poder ver que Ozzy está em forma aos 60 anos de idade. Um show cheio de clássicos de sua carreira solo e também da fase do Black Sabbath. Como não se emocionar com clássicos como “Paranoid”.



Esse foi sem dúvidas o melhor show que eu vi no ano. Foi muito bom ver que a banda ganhou uma sobrevida com a entrada do vocalista William DuVall. Uma apresentação cheia de clássicos sem deixar as novas canções da nova fase do conjunto de fora.

O SWU teve a melhor programação de shows de bandas que eu gosto num único dia, tanto que o melhor show do ano foi do festival.