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quarta-feira, 12 de junho de 2013

House of Cards

Criado por Beau Willimon
Com: Kevin Spacey, Robin Wright, Kate Mara, Corey Stoll, Michael Kelly, Sakina Jaffrey, Kristen Connolly e Constance Zimmer


O principal motivo que me levou a assinar o serviço do Netflix foi a produção de séries exclusivas como “House of Cards”. Apesar de não ser muito fã de política, me interessei pelo programa principalmente graças ao envolvidos. O criador Beau Willimon foi um dos roteiristas do filme “Tudo Pelo Poder”, que também fala sobre política. O diretor David Fincher (A Rede Social), um dos meu favoritos, dirigiu os 2 primeiros episódios. E o protagonista é interpretado por Kevin Spacey (Margin Call - O Dia Antes do Fim), um ótimo ator.

Na serie iremos conhecer Frank Underwood (Kevin Spacey), um parlamentar que ajudou o atual presidente dos EUA a se eleger esperando em troca o cargo de Secretário de Estado. Mas quando ele assume decide colocar outra pessoa nesse cargo e diz que Frank deve continuar no congresso ajudando o partido. Ele não fica feliz com isso e resolve usar toda sua influência para se vingar.

E não vai poupar esforços nesse jogo de poder com direito a muita manipulação. Ele vai contar com a ajuda de sua esposa Claire (Robin Wright) e da jornalista Zoe Barnes, interpretada por Kate Mara, irmã mais velha de Rooney Mara que já trabalhou com Fincher em "Millenium – Os Homens Que Não Amavam as Mulheres".

O legal da serie é a abordagem política um pouco mais “pop”, sem muito o uso de termos e jargões muito complicados, mas nem por isso sem deixar de ser inteligente e bastante irônico e cínico sobre o jogo de bastidores políticos misturando drama e um pouco de comédia. Dessa forma ele fica mais abrangente e pode atingir um público maior que não necessariamente se interessa por política, como é o meu caso.

Outra coisa bacana é a narrativa no qual o personagem principal Frank quebra a “quarta parede” ao se comunicar com o telespectador olhando e conversando com a câmera no melhor estilo Ferris Bueller em “Curtindo a vida adoidado”. Isso aproxima o personagem de quem está assistindo já que sabemos suas reais intenções e os torna um pouco “cúmplices” dele.

Assisti os 2 primeiros episódios dirigidos por David Fincher e achei muito bom. Totalmente recomendado. Outros diretores conhecidos também trabalharam nessa 1ª temporada como James Foley (Confidence - O Golpe Perfeito) e Joel Schumacher (O Fantasma da Ópera).

A primeira temporada da serie foi disponibilizada no Netflix no dia 1º de fevereiro em todos os países que a empresa atua e todos os 13 episódios simultaneamente. Isso quebra as regras da televisão que geralmente mostram 1 episódio por semana. Cabe a você que vai assistir ditar o seu próprio ritmo em assistir. E a 2ª temporada já está garantida para 2014.
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