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segunda-feira, 4 de junho de 2007

Piratas do Caribe: No fim do mundo

Título Original: Pirates of the Caribbean: At World's End (2007)
Com: Johnny Depp, Geoffrey Rush, Orlando Bloom, Keira Knightley, Jack Davenport, Bill Nighy, Tom Hollander, Naomie Harris, Chow Yun-Fat, Keith Richards
Direção: Gore Verbinski
Duração: 168 minutos


Confesso que depois de Piratas 2 e de ler tantas críticas negativas sobre a terceira parte, fui assistir a “Piratas do Caribe: No fim do mundo“ já com o pé atrás, pensando que seria um filme ruim e pior que o 2. Outro fator negativo era a duração, maior que os 2 primeiros, que já eram meio longos, com quase 3 horas. Acabei me surpreendendo com ele.

Os defeitos e problemas da continuação já tinham sido apresentados na segunda parte, então aqui na terceira isso já não chama muito a atenção. Apesar de ser em certos pontos mais sem noção e exagerado que o 2, ele consegue ser mais divertido e menos chato que seu antecessor. A trama continua tão “confusa” quanto os outros, sendo que aqui pelo menos se segue num ritmo de soluções e conclusões, por mais absurdas que possam parecer.

A história continua do ponto em que parou no 2, a galera reunida para tentar resgatar Jack Sparrow do mundo dos mortos, agora liderada pelo ressucitado capitão Barbossa (Geoffrey Rush). Eles resolvem então ir pedir “ajuda” em Cingapura ao capitão pirata do local chamado Sao Feng (interpretado por Chow Yun-Fat).

Nessa primeira meia hora, a grande questão é quando veremos Sparrow novamente na tela. E sua primeira aparição no mundo dos mortos é totalmente sem noção!

A trama segue, veremos novos piratas de todas as partes do mundo reunidos para enfrentar a sua extinção ao lutar contra o Lorde Beckett (Tom Hollander), que está com o controle do coração de Davy Jones (Bill Nighy) e seu navio.

Destaque para a sensacional participação do guitarrista do Rolling Stones Keith Richards como pai de Jack Sparrow. Vale lembrar que o ator Johnny Deep tinha dito ter se inspirado no músico para compor seu personagem, então nada melhor que chamar o próprio para uma aparição na filme.

No final das contas boa parte dos problema são resolvidos, mas isso não quer dizer que a história tenha chegado ao final. Como os realizadores do filme não são bestas, claro que temos uma deixa para futuras continuações. Por enquanto nada ainda foi confirmado, mas caso venha a acontecer não será por agora. Deep já falou várias vezes que voltaria ao papel. Tendo ele no filme, não é necessário mais nada.

O resultado é um filme melhor do que o 2, mais divertido apesar de ser mais longo. Claro que não tão bom quanto o 1, mas cumpre seu papel de diversão, mesmo com todos os seus defeitos.
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