propaganda

sábado, 20 de setembro de 2008

Mamma mia!

Título Original: Mamma mia! (2008)
Com: Meryl Streep, Pierce Brosnan, Colin Firth, Stellan Skasgard, Julie Waters, Dominic Cooper, Amanda Seyfried e Christine Baranski
Direção: Phyllida Lloyd
Roteiro: Catherine Johnson
Duração: 108 minutos


Nota: 3 (bom)

O musical “Mamma mia!” é uma adaptação do um espetáculo de sucesso da Broadway que utiliza as músicas do grupo sueco ABBA para contar uma história de amor. A trama acompanha as músicas e não o contrário como geralmente acontece.

Para a versão cinematográfica a própria Phyllida Lloyd que comandou a montagem teatral assume a direção em sua estréia no cinema. Foram então convocados atores conhecidos, mas que não tivessem necessariamente experiência. A única exigência era estarem dispostos a perder a vergonha em frente às câmeras.

A história mostra uma moça prestes a se casar (Amanda Seyfried) que encontra um velho diário da mãe (Meryl Streep) onde descobre que tem 3 possíveis pais: Sam (Pierce Brosnan), Bill (Stellan Skarsgard) e Harry (Colin Firth). Cada um com um perfil bem diferente. Ela então resolve chamá-los a festa, sem contar para a mãe, para tentar descobrir quem é o seu pai verdadeiro. Quando eles chegam de surpresa para a ilha a confusão está armada.

Na verdade a história não é grande coisa e usa de soluções fáceis para resolver os conflitos. Tudo não passa de desculpa para os personagens cantarem as músicas do ABBA e é aí que está toda a graça e diversão do filme.

As cenas de música e dança são bem legais e garantem o entretenimento do filme. Agora se você não curte musicais e muito menos as músicas do ABBA, passe bem longe. Caso contrário a diversão é totalmente garantida.

Sem dúvidas deve ter sido um grande desafio para os atores por exigir deles tanto fisicamente quanto musicalmente. Mas eles passam na tela que realmente estavam se divertindo ao fazer o filme, principalmente na cena final.

Um filme leve, alegre e divertido. Vai ser difícil sair do cinema sem estar feliz e com as músicas do ABBA na cabeça.
Postar um comentário