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sexta-feira, 15 de outubro de 2010

A Princesa e o Sapo

Título Original: The Princess and the Frog (EUA , 2009)
Com as vozes (inglês / português): Anika Noni Rose / Kacau Gomes, Bruno Campos / Rodrigo Lombardi, Keith David / Sergio Fontoura, Jenifer Lewis / Selma Lopes, Jim Cummings / Márcio Simões e Michael-Leon Wooley / Mauro Ramos
Direção: John Musker e Ron Clements
Roteiro: Ron Clements, Rob Edwards e John Musker
Duração: 97 minutos

Nota: 4 (ótimo)

A Disney teve uma atitude bastante interessante, resolveu voltar a fazer uma animação seguindo os modelos antigos e clássicos que a consagraram. Então nada melhor do que uma nova história com príncipes e princesas. A última princesa tinha sido Mulan em 1998. Essa mudança se deve ao produtor John Lasseter, que entrou para o comando da Disney após a Pixar, onde ele trabalhava, ter se juntado a empresa do Mickey.

Além de criar uma nova princesa, “A Princesa e o Sapo” ainda conta com a primeira princesa negra da história da Disney. Mais uma ótima idéia para chamar a atenção para o filme. E esse “golpe” ainda é ótimo, já que a princesa passa a maior parte do tempo em forma de sapo, mas tudo bem, o que vale é a intenção.

A história na verdade começa com o beijo no sapo, diferente do conto original que acaba justamente quando a princesa beija o príncipe e ele volta ao normal. Aqui Tiana é uma jovem trabalhadora que sonha em abrir um restaurante. O príncipe se chama Naveen é um cara que só quer curtir a vida e vem a Nova Orleans, local onda a história se passa, em busca de uma mulher rica.

Acontece que ele se envolve o Dr. Facilier, um mago vodu, e acaba sendo alvo de uma maldição e virando um sapo. Ele consegue fugir e acaba pedindo ajuda a Tiana, mas o beijo faz com que ela também se transforme em sapo. Resta aos dois se juntarem e saírem em busca de como voltar ao normal.

O desenho segue bem as fórmulas tradicionais dos clássicos da Disney com ótimos personagens secundários e muitas músicas. Alias as músicas merecem grande destaque ao seguir o estilo musical de Nova Orleans com muito blues, jazz e música gospel.
Talvez o único porém da história seja a maneira como Tiana e Naveen se apaixonem, mas isso não chega a comprometer o filme. A Disney acertou em cheio ao voltar ao estilo antigo criando um novo clássico infantil. Que ela continue assim diversificando bastante, criando coisas novas sem esquecer esse lado antigo e tradicional.
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