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terça-feira, 28 de abril de 2009

Eu Te Amo, Cara

Título Original: I Love You, Man (EUA, 2009)
Com: Paul Rudd, Jason Segel, Rashida Jones, Jon Favreau, Andy Samberg, J.K. Simmons, Rob Huebel, Jane Curtin, Jaime Pressly, Thomas Lennon e Lou Ferrigno
Direção: John Hamburg
Roteiro: Larry Levin e John Hamburg
Duração: 105 minutos


Nota: 4 (ótimo)

Se em filmes como “Superbad” e “Segurando as pontas” o tema do forte valor da amizade masculina ficava em segundo plano, chegou a hora de uma comédia colocar isso como tema principal. “Eu te amo, cara” é uma espécie de comédia romântica, mas ao invés dos personagens principais serem um homem e uma mulher que se apaixonam, temos um cara atrás de um melhor amigo.

Explicando melhor, na história temos Peter Klaven (Paul Rudd), um cara que acabou de pedir sua namorada em casamento, mas acaba percebendo que não tem amigos para contar a novidade e também um para escolher como padrinho. É aí que começa a situação constrangedora, quando ele começa a procurar um amigo com ajuda da internet e encontros marcados pela família, no mesmo estilo das comédias românticas tradicionais.

Ele acaba encontrando por acaso com Sydney Fife (Jason Segel), que acaba descobrindo ser sua “alma gêmea” de amizade. Então como toda comédia romântica eles irão passar pela fase de se conhecer, vivem uma grande amizade, brigarem e no final tudo acaba bem.

Se você é daqueles que sempre sofrem quando a namorada quer te levar para ver aquela comédia romântica chata, chegou a hora da sua vingança. Finalmente alguém pensou em fazer um filme desse gênero voltado para o público masculino.

O filme lembra bastante o estilo das comédias de Jude Apatow. O protagonista Paul Rudd inclusive já esteve presente em alguns filmes dele, mas sempre como coadjuvante. Finalmente ele conseguiu o papel principal e mostra que tem bastante talento ao conseguir agradar público e crítica. Junto com Jason Segel (Ressaca de Amor) mostra uma ótima sintonia que faz desse filme acima da média.

Além das ótimas atuações o que faz o diferencial do filme é que apesar da situação “extraordinária” do protagonista, como em “O virgem de 40 anos”, o filme não exagera nos personagens ao ponto de torná-los caricatos e não críveis.

O resultado é uma ótima comédia, que irá garantir ótimas risadas e muita diversão, principalmente para o público masculino.

Não vão embora quando começar a subir os créditos, tem uma cena final de conclusão do filme que vale a pena conferir.
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